Neste Domingo, 6 de Dezembro, pelas 17h30m, por favor esteja junto ao Coliseu dos Recreios. Por favor, não falte! Se acredita que o circo não deve ter animais, venha protestar connosco! (ANIMAL)
"A utopia está lá no horizonte. Aproximo-me dois passos, ela afasta-se dois passos. Caminho dez passos e o horizonte avança dez passos. Por mais que eu caminhe, jamais alcançarei. Para que serve a utopia? Serve para isso: para que eu não deixe de caminhar" (Eduardo Galeano)
"EM TODO O CORAÇÃO HÁ UMA CÉLULA REVOLUCIONÁRIA!" (In "Edukadores")
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Interests
O universo/Paz/Amor/Vegetarianismo (Veganismo)Direitos dos Animais/ Ecologia/Humanismo
EARTHLINGS- A AVILTANTE VERDADE
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Favorite Music
(http://www.ashesandsnow.org/)
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Afrodisiacos auditivos.......
Portishead / Radiohead / Tindersticks/ Sigur Rós / Joy Division / Peter Murphy / Bauhaus / Perry Blake / David Sylvian / Damien Rice / Cat Power / Craig Armstrong/ Lisa Gerrard / Dead Can Dance / Nick Cave / Pixies / Kid Loco / Tricky / Thievery Corporation / Kruder / Goldfrapp/ Duruti Column/ Cocteau Twins / Siouxie & The Banshees / Jesus & Mary Chain/ Placebo / Interpol / Bloc Party / Depeche Mode / The Mission / David Bowie / Morphine / The Walkabouts / Red House Painters / The Gift / Cowboy Junkies / Rufus Wainwright/ Massive Attack / Lambchop / Blasted Mechanism / The killers/ Nina Simone /....e a lista não tem fim.
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A Plataforma de Objecção ao Biotério é um movimento cívico criado por um grupo de pessoas, na sua maioria ligadas às ciências da vida (Biólogos, Veterinários, Psicólogos) que se juntaram com o objectivo de combater o projecto de construção do Biotério da Fundação Champalimaud.
Como é do conhecimento público, a Fundação Champalimaud pretende construir um biotério com 25 mil gaiolas para produzir animais para experimentação animal, em parceria com a Fundação Calouste Gulbenkian e a Universidade de Lisboa e em terrenos cedidos pelo município da Azambuja.
Enquanto cidadãos responsáveis e informados, somos contra a experimentação animal por motivos éticos e científicos e legais.
Assim e por este biotério ser o maior de Portugal, dos maiores da Europa, ter fins comerciais, envolver dinheiros públicos e ter por objectivo exportar animais para vários cantos do mundo, inclusive países onde não existe qualquer legislação de protecção aos animais, decidimos opor-nos com todas as nossas forças à construção deste revoltante projecto.
Colabore connosco! Ajude-nos a fazer de Portugal um modelo de ciência séria e responsável! Esteja atento ao site e colabore com as iniciativas!
Distrito Federal: NO QUIERO MORIR COMIDO O A MACHETAZOS x el indigente que nos roba y después come, Tiradero de Tultitlán, México.
Reenvía esta información, difundiendola podremos encontrar hogar a estos indefensos y evitar sean comida.
P/ ver las fotos con + detalle:
http://www.hi5.com/friend/photos/displayUserAlbum.do?ownerId=202380840&albumId=372935103 CONTACTO:
Estas chiquitas buscan una familia las dejaron fuera de mi casa, ya están bien. Son tiernas, amorosas y juguetonas. Me comprometo a esterilizarlas. Por motivo de espacio no puedo adoptarlas pero busco una familia que las quiera mucho, y las trate bien. Se dan juntas o separadas. Cel. 04455 23 63 65 82 y casa 57 93 05 60. Gracias.
Há algumas semanas, num dia soalheiro, junto à Marginal, um circo encarregou-se de me estragar o dia. Mas isso é o menos: um dia estragado, para mim, será sempre uma coisa relativa quando alguém tinha o dia - ou, melhor dizendo, os dias - muito mais estragados que o meu: um dromedário debatia-se com uma chocante falta de espaço, encafuado dentro de uma jaula, sem saber o que fazer ao longo pescoço. Uma vida sem sentido, enfiada mal e porcamente numa caixa. Como um brinquedo, mal arrumado dentro de uma embalagem pequena demais.
Chamem-me esquisito, mas eu tenho esta ideia de que não é suposto um dromedário estar em Carcavelos, ao pé da Marginal. Muito menos amarfanhado numa jaula da qual sai só à noite, para entreter os humanos da linha de Cascais.
Como este dromedário, há muitos outros animais - grandes, pequenos, selvagens, domésticos - transformados em bonecos de corda confusos e tristes, em circos espalhados pelo país. E sim, eu já fui criança e preparo-me para ser pai. Sei o quão apetecível é a perspectiva de estar perto de animais extraordinários e vê-los levar a cabo feitos impensáveis. Mas os verdadeiros feitos impensáveis destas criaturas são os que eles levam a cabo todos os dias nos seus habitats naturais, de onde, em muitos casos, estão a desaparecer. A maneira como sobrevivem, como se organizam, como levam as suas vidas em liberdade e sem que haja um ser humano desumano a obrigá-los a fazer habilidades à força do chicote.
Há tanta gente a queixar-se que Portugal é um país eternamente atrasado, que é um país que não anda para a frente; sem dúvida que tratar os animais desta maneira abjecta para fins de entretenimento em nada contribuirá para que progridamos. Pelo contrário: isso mantém um dos pés da nação firmemente plantados no passado. E não é num passado qualquer: a existência de circos com animais e a maneira como tanta gente continua a caucionar essa existência, sejam particulares ou empresas (supostamente modernas, sofisticadas e responsáveis) que continuam a apostar neles, por exemplo, para as suas festas de Natal, é algo que - não tenhamos ilusões e enfrentemos a realidade - faz de nós um país demasiado medieval para o século XXI.
Somos melhores do que isso. Se admiramos os animais ao ponto de querermos que os nossos filhos os vejam de perto e os adorem, ensinemos-lhes que adorar um animal, é ter a consciência de que não é suposto um elefante, um tigre, uma pantera viverem dentro de jaulas num terreno vago ali ao pé de um prédio de apartamentos.
Provemo-nos merecedores de sermos chamados de humanos e civilizados. Sensibilizemos quem tem o poder de impedir que a terrível exploração de animais continue a acontecer nos circos portugueses.
Os circos podem - devem - continuar a existir. Inúmeros circos bem sucedidos, espalhados pelo mundo inteiro, conseguiram provar que um circo sem animais consegue ser ainda mais extraordinário e surpreendente que um circo que segue a via mais fácil e depende deles, arrogantemente, para fazer dinheiro. Um circo sem animais consegue mostrar o engenho humano voluntário de mil e uma formas surpreendentes. E isso é muito mais interessante e estimulante, para adultos e crianças, do que continuar a exibir o engenho animal forçado.
É bom partilhar a luz que temos nos nossos corações, obrigado por partilharem essa luz comigo! Os habitantes deste mundo de todos os estilos e espécies precisam dela, não desistam de o fazer!